Quando o ciclo da exaustão invisível começa a fazer parte da rotina, o primeiro passo não é se culpar. É reconhecer.
Talvez você tenha passado anos normalizando a tensão no peito, as noites mal dormidas, a mente sempre antecipando problemas e a sensação de precisar estar pronta para tudo, mesmo quando por dentro já se sente no limite.
Viver em estado de alerta não é personalidade.
É um mecanismo de defesa que, com o tempo, começa a consumir a energia que deveria sustentar sua vida.
A ansiedade não precisa ser uma sentença.
Ela pode ser o começo de um reencontro com partes suas que ficaram esquecidas enquanto você tentava dar conta de tudo.
Existe um caminho para trocar a sobrevivência pela presença, a culpa pelo cuidado e o medo por uma vida com mais leveza.
Quero dar o primeiro passo